Copenhagen

Copenhagen é um filme curto, de apenas uma hora e meia, escrito e produzido por Mark Raso. Ele conta a história de William (Gethin Anthony), que é um americano que está na Europa com a missão de encontrar seu avô paterno para lhe entregar uma carta que seu falecido pai havia escrito para ele, em uma língua que ele não consegue ler – dinamarquês.

copenhagen1

Will não é o tipo de personagem pelo qual nos apaixonamos desde o início do filme, muito pelo contrário. Ele está sempre tomando atitudes ruins, o que faz com que seu melhor amigo, Jeremy (Sebastan Armesto), o abandone em Copenhagen e viaje com a namorada enquanto Will continua sozinho em busca de seu avô. Precisando de ajuda, Will decide pedir para que Effy (Frederikke Dahl Hansen), a garçonete bilíngue do hotel onde ele está hospedado, traduza a carta para ele. A partir desse momento, Effy se oferece para ajudá-lo a encontrar seu avô e o convence a encarar esse desafio com outros olhos.

Os dois se tornam muito próximos e criam um sentimento muito bonito um pelo outro, mas há um problema que pode impedi-los de ficarem juntos: Effy tem apenas 14 anos, o que se torna um dos assuntos principais abordados no filme, pois Will tem o dobro da idade dela e precisa tomar uma decisão.

Uma curiosidade sobre o filme é que Frederikke, a atriz que interpreta a Effy, nasceu em Copenhagen.

O filme é classificado como Aventura, Drama e Romance no IMDB, onde tem a nota 7,2.

Clique aqui para assistir o trailer do filme e aproveitem que o filme está no Netflix.

copenhagen2

Na minha opinião, uma das melhores coisas sobre esse filme é o fato de que, apesar de se tratar de um romance, ele foge totalmente do padrão de filme com finais felizes e nos faz refletir muito sobre a decisão que o personagem deveria tomar. O final é de tirar o fôlego.

A música tema do filme não sai da minha cabeça. Clique aqui e ouça lendo a tradução do dinamarquês para o inglês.

“In my thoughts we will change until the day we die.”

Beijos,

Ju

 

Quando alguns minutos podem mudar seu futuro


Há poucos meses tive a oportunidade de passar um tempo no interior do nordeste, sendo assim, tive muito tempo para me conectar comigo mesma e pensar muito no rumo que a minha vida estava tomando. Eu estou naquela fase da vida em que está tudo absolutamente muito bem. Tenho um ótimo trabalho, um ótimo relacionamento com as pessoas que eu amo e estudo algo que gosto muito: publicidade.

Mas como nem tudo são flores, estava me sentindo muito acomodada ao ver os colegas de sala super animados em busca de estágios na área e eu nem cogitando sair do meu super emprego para ganhar quatro vezes menos. Mas, como estudante de publicidade da Anhembi Morumbi, sou obrigada a fazer 160 horas de estágio obrigatório – do contrário, eu não me formo.

Estive pensando em diversas maneiras de solucionar esse problema, pois apesar de amar meu emprego, eu realmente quero ter uma experiência profissional na minha área durante a faculdade. Então, a grande ideia surgiu enquanto estava tomando banho, assim como todas as grandes ideias que eu já tive na vida. Trabalho em uma multinacional muito reconhecida internacionalmente, e que tem sua sede – com todos os departamentos, na cidade dos sonhos: Nova York. Em um primeiro momento, pensei que eu estava sonhando alto demais, então demorei algumas semanas pra ter coragem de falar com alguém sobre isso: primeiro com os meus pais, depois com o meu namorado e, por fim, com a minha gerente. Foi engraçada a forma como falei com ela sobre isso, pois a todo momento eu falava que tinha sido apenas uma ideia despretensiosa, nada demais, apenas uma ideia. Pra minha surpresa, a reação dela foi extremamente positiva – disse que essa havia sido uma ótima ideia e que levaria isso ao nosso diretor.

Algumas semanas depois, recebi a resposta: “Os diretores de Marketing estarão prontos para te receber em Nova York, agora só depende de você.”

Congelei quando me dei conta do que eu estava prestes a conseguir. Então, no dia 29 de abril, toda a correria por passaporte, visto americano, passagens e hospedagem começou – e hoje foi o dia em que tudo se confirmou: fui aprovada e em agosto estarei realizando o sonho de viver durante um mês na Big Apple.

image1

Durante a entrevista no consulado americano, me dei conta de como aqueles minutos de entrevista poderiam mudar o meu futuro para sempre. A vida é mesmo uma grande aventura e agradeço todos os dias pelas oportunidades que ela tem me dado. Essa história não acaba aqui, muito pelo contrário – está apenas começando!

Beijos,

Ju

Como é trabalhar na Disney – Apresentação

Esse é o primeiro post da nossa série sobre a Disney, e já adianto que vem muita coisa boa por aí. Convidei minha amiga, Luciana, para contar pra vocês como foi a experiência de trabalhar no lugar mais mágico do mundo e ela topou contar tudo sobre o assunto aqui no blog. Essa será uma série de posts contando toda a história e foi feita bem dividida pra que vocês possam aproveitar cada pedaço dela com a gente. Vamos lá?

Meu nome é Luciana, tenho 37 anos, sou separada, tenho um filho de 4 anos e meio e tenho 4 “empregos”. Trabalho horário comercial em uma firma de advocacia internacional como gerente administrativo, tenho minha empresa de doces (Cupcakery by Lu), faço itinerários específicos pra Walt Disney World Resort na Flórida e também vendo Herbalife. E aí você pensa no quão contraditório é a empresa de doces versus a Herbalife, mas sim, eu ajudo a engordar as pessoas e depois ajudo a emagrecer! Kkkkk

Sou formada em Turismo pela Anhembi Morumbi e a maior parte da minha carreira foi em Hotelaria, trabalhei no Hotel Renaissance, Hotel Emiliano e no Grand Hyatt São Paulo. Na transição de carreira dei aulas de inglês em escolas e em empresas também até estar onde estou.

Mas o que nos interessa hoje é que no início da faculdade, antes de fazer minha carreira hoteleira, eu trabalhei na Disney em seus primeiros programas internacionais que levaram oficialmente brasileiros pra lá para trabalhar. Eram programas de três meses no meio do ano ou no final do ano e nessa, acabei indo pra lá nos programas da Disney quatro vezes. Duas vezes no meio do ano, que eles chamavam de Summer Program, uma vez no final do ano, que eles chamavam de Winter Program e uma vez no meu último que foi um programa diferente, com duração de um ano que era o Guest Relation Program.

Desde o início, além dos programas curtos, eles tinham também outros dois programas diferentes com duração de um ano: o Hospitality Program (era necessário já ter participado ao menos uma vez de algum programa curto) para trabalhar em um dos hotéis e o Management Program, (que era necessário ter tido experiência em cargo de supervisão ou gerência no mínimo de um ano) que era um programa de trainee em um dos hotéis.

Depois do ataque de 11 de Setembro, esses programas de um ano foram cancelados por muitos anos até que surgiram com o Guest Relation Program onde éramos Representantes Culturais.

São dessas grandes e melhores experiências da minha vida que vou contar nos próximos capítulos.

Have a magical day!